devolve!
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
sábado, 25 de abril de 2009
Ela não se levantava em nenhum amanhecer
A dor que sentia ao respirar...
Ninguém jamais entenderia
Todos falavam sobre objetivos de vida
Enquanto ela sonhava em não acordar
Não era uma questão de escolha
Braços amarrados entre as pernas
Ela não se movimentava mais!
O mundo sempre a condenou
Não, não é questão de escolha
É fácil para aqueles que carregam dentro
de si alguma espectativa.
A dor que sentia ao respirar...
Ninguém jamais entenderia
Todos falavam sobre objetivos de vida
Enquanto ela sonhava em não acordar
Não era uma questão de escolha
Braços amarrados entre as pernas
Ela não se movimentava mais!
O mundo sempre a condenou
Não, não é questão de escolha
É fácil para aqueles que carregam dentro
de si alguma espectativa.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Como foi seu dia em mais um anoitecer?
Poderia eu ser seu aconchego no seu dia ruim?
Venho adormecendo meio aos meus dias
Assim não haverá tempo de saudade
Houve mais uma conquista em sua nova batalha?
Que tal uma noite de amor sem regras, sem hora pra acabar?
Apenas mais uma comemoração
São nossas conquistas para uma vida feliz e estável
Hoje tive um sonho ruim
Não havia mais amor
Não havia mais diálogo
Era como se os dias tivessem perdido o brilho
E a saudade tomado conta do nosso ser
Estava rezando para que você me acordasse
Eu não podia deixar que perdêssemos o nosso oxigênio
Eu não conseguia acordar...
Gritava por seu nome nos meus sonhos
Acorda-me, meu amor!
Gritava, gritava, gritava...
Queria sua ajuda para sair de mais um pesadelo
Que parecia não ter fim...
[Ivana Andrade]
Poderia eu ser seu aconchego no seu dia ruim?
Venho adormecendo meio aos meus dias
Assim não haverá tempo de saudade
Houve mais uma conquista em sua nova batalha?
Que tal uma noite de amor sem regras, sem hora pra acabar?
Apenas mais uma comemoração
São nossas conquistas para uma vida feliz e estável
Hoje tive um sonho ruim
Não havia mais amor
Não havia mais diálogo
Era como se os dias tivessem perdido o brilho
E a saudade tomado conta do nosso ser
Estava rezando para que você me acordasse
Eu não podia deixar que perdêssemos o nosso oxigênio
Eu não conseguia acordar...
Gritava por seu nome nos meus sonhos
Acorda-me, meu amor!
Gritava, gritava, gritava...
Queria sua ajuda para sair de mais um pesadelo
Que parecia não ter fim...
[Ivana Andrade]
Gosto das loucuras de amor
Não me arrependo de nenhuma delas
Amo loucuras projetadas no outro
Temo expressar sentimento algum
Não tenha medo você...
Jamais conseguiria me matar de amor
Nem ao menos de desamor
Loucuras projetadas
Essas eu não procuraria
Aquele que chorou pelo outro
O outro só enxergava um passo em falso
As lágrimas daquele se foram
Logo passou a enxergar
Somente um passo em falso
Ele dizia ter encontrado
A sabedoria de como viver
Mas só o tempo haveria de responder
[Ivana Andrade]
Não me arrependo de nenhuma delas
Amo loucuras projetadas no outro
Temo expressar sentimento algum
Não tenha medo você...
Jamais conseguiria me matar de amor
Nem ao menos de desamor
Loucuras projetadas
Essas eu não procuraria
Aquele que chorou pelo outro
O outro só enxergava um passo em falso
As lágrimas daquele se foram
Logo passou a enxergar
Somente um passo em falso
Ele dizia ter encontrado
A sabedoria de como viver
Mas só o tempo haveria de responder
[Ivana Andrade]
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Vontade carregada pelo meu ser (vontade que expande...)
Teu dia ruim frente a mim...
No meio d’um campo de batalha
Minhas armas estão para trás
Resta-me os (meus) braços calejados diante da vida
Determinados para ser teu aconchego
Fracos ou não... teu aconchego!
Não existem armas, não mais.
Apenas braços calejados
Completamente entregues...
A força que faz com que se movam
Batalha intensa... Extensa!
O coração dos braços calejados
Vem a expandir...
Expandir diante do teu abraço.
Completamente entregues...
Teu dia ruim frente a mim...
No meio d’um campo de batalha
Minhas armas estão para trás
Resta-me os (meus) braços calejados diante da vida
Determinados para ser teu aconchego
Fracos ou não... teu aconchego!
Não existem armas, não mais.
Apenas braços calejados
Completamente entregues...
A força que faz com que se movam
Batalha intensa... Extensa!
O coração dos braços calejados
Vem a expandir...
Expandir diante do teu abraço.
Completamente entregues...
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Das vezes que juramos não mais amar-nos...
a samambaia foi à coma!
Angústia de mãe em platéia...
amante que se foi, sem ao menos olhar para trás.
A ruína do filho!
Não lhe sobrava nada mais de amante, além, de regar a samambaia sob lágrimas,
para que assim não se secasse ao lembrar-se:
Quando criança era, viveu sob a sintonia do amor de seus pais.
[Ivana Andrade]
a samambaia foi à coma!
Angústia de mãe em platéia...
amante que se foi, sem ao menos olhar para trás.
A ruína do filho!
Não lhe sobrava nada mais de amante, além, de regar a samambaia sob lágrimas,
para que assim não se secasse ao lembrar-se:
Quando criança era, viveu sob a sintonia do amor de seus pais.
[Ivana Andrade]
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