quinta-feira, 5 de junho de 2008

Das vezes que juramos não mais amar-nos...
a samambaia foi à coma!
Angústia de mãe em platéia...
amante que se foi, sem ao menos olhar para trás.
A ruína do filho!
Não lhe sobrava nada mais de amante, além, de regar a samambaia sob lágrimas,
para que assim não se secasse ao lembrar-se:
Quando criança era, viveu sob a sintonia do amor de seus pais.


[Ivana Andrade]